Escrever é uma maneira de pensar no papel... Para atrever-se a escrever é preciso disposição de abrir-se à mirada do outro, reconhecer-se como sujeito aprendente, como sujeito autor, como sujeito pensante, para que outros questionem seu pensamento concorde ou não com ele ou até mesmo apenas o apreciem como quem aprecia a uma obra de arte. Isiara Caruso
quarta-feira, junho 04, 2008
domingo, maio 25, 2008
olhar perdido
segunda-feira, março 24, 2008
"SOLIDÃO":
Solidão nas palavras da poetisa paulista Fátima Irene Pinto, atribuido falsamente a Chico Buarque.:
"Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo...
Isto é carência!
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar.
Isto é saudade!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes para realinhar os pensamentos...
Isto é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente...
Isto é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...
Isto é circunstância!
Solidão é muito mais do que isto...
SOLIDÃO " é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma."
domingo, março 23, 2008
Reflejos del tiempo
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Tus ojos cristalinos
más que un espejo profundo,
son recuerdos de nosotros y del mundo,
son pájaros en ansiedad y sin destino
llevan a Eco cautiva a su camino,
loca por amarte y sin respuestas,
sus gritos y llantos
solamente son ecos de su voz.
Tus ojos son espejos con los que te miras.
Y nadie más verás que a ti mismo
solitario y triste Narciso.
más que un espejo profundo,
son recuerdos de nosotros y del mundo,
son pájaros en ansiedad y sin destino
llevan a Eco cautiva a su camino,
loca por amarte y sin respuestas,
sus gritos y llantos
solamente son ecos de su voz.
Tus ojos son espejos con los que te miras.
Y nadie más verás que a ti mismo
solitario y triste Narciso.
domingo, janeiro 20, 2008
domingo, dezembro 23, 2007
sexta-feira, dezembro 21, 2007
Caminho?
Se traça com passos,
que deixam marcas atrás.
Pegadas que ficam,
que ora se apagam
ou se misturam com tantas
ou se transformam em abraços.
Para atrás o tudo,
para frente...quiçá.
O caminho se fará.
As escolhas estão,
os momentos se vivem
e se vão.
Deste traçado,
por vezes,
ventos levantam poeira:
-que vem do passado,
-que impõe barreiras,
-que atiram ao espaço.
É momento de espera,
de reflexão,
de escolhas,
dos próximos passos.
Do caminho.
Se traça com passos,
que deixam marcas atrás.
Pegadas que ficam,
que ora se apagam
ou se misturam com tantas
ou se transformam em abraços.
Para atrás o tudo,
para frente...quiçá.
O caminho se fará.
As escolhas estão,
os momentos se vivem
e se vão.
Deste traçado,
por vezes,
ventos levantam poeira:
-que vem do passado,
-que impõe barreiras,
-que atiram ao espaço.
É momento de espera,
de reflexão,
de escolhas,
dos próximos passos.
Do caminho.
Isiara Mieres Caruso
30/11/2006.
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