Escrever é uma maneira de pensar no papel... Para atrever-se a escrever é preciso disposição de abrir-se à mirada do outro, reconhecer-se como sujeito aprendente, como sujeito autor, como sujeito pensante, para que outros questionem seu pensamento concorde ou não com ele ou até mesmo apenas o apreciem como quem aprecia a uma obra de arte. Isiara Caruso
quinta-feira, abril 22, 2010
quarta-feira, abril 21, 2010
sábado, abril 10, 2010
segunda-feira, dezembro 28, 2009
Farol da Barra do Rio Grande
Sentinela silencioso
da entrada da barra.
Silencioso e luminoso,
marcando dia após dia
a estrada estreita de águas,
que entre os rochedos se deita.
Sentinela silencioso,
que em sua passividade
vigia nossa cidade
e o oceano espreita.
Calado,
estendendo seu facho de luz,
parece dizer rodando,
pintando pedaços de céu:
Estou aqui!
Estou aqui!
Estou aqui!
E os cargueiros
no escuro das águas
agradecem apitando:
Já te vi!
Já te vi!
Já te vi!
imagem do site: www.popa.com.br
quinta-feira, junho 18, 2009
A voz do silêncio
A sinfonia do silêncio
amanheceu na retina da noite,
violou meus sentidos,
adormecidos...
cansados dos ruídos da vida,
do seu açoite.
De quimeras...
cansada.
A voz do silêncio
acalentou meu coração,
acomodou meus ais,
num doce abraço,
de silêncios ocos
de palavras mudas,
de marcas transpassadas.
amanheceu na retina da noite,
violou meus sentidos,
adormecidos...
cansados dos ruídos da vida,
do seu açoite.
De quimeras...
cansada.
A voz do silêncio
acalentou meu coração,
acomodou meus ais,
num doce abraço,
de silêncios ocos
de palavras mudas,
de marcas transpassadas.
segunda-feira, maio 25, 2009
Culpas
Culpas são duendes tristes,
que habitam as almas.
Não dormem, não têm calma.
Espreitam... vigiam as palavras
saltam ao peito, como armas afiadas,
que cortam e apunhalam por dentro...
como garras em riste,cravadas.
que habitam as almas.
Não dormem, não têm calma.
Espreitam... vigiam as palavras
saltam ao peito, como armas afiadas,
que cortam e apunhalam por dentro...
como garras em riste,cravadas.
sábado, março 28, 2009
La maleta
Estoy de partida
Recojo mis nada,
Dejo todo detrás.
Desordeno el desván,
Revuelvo el mobiliario
En busca de algo más.
La maleta vacía
Esta sobre la cama.
Y sola, me espía.
No llevo recuerdos,
No quiero nostalgias.
Solo quiero esperanza
De una nueva vida
Repienso.
Busco.
Abro cajas,
Gavetas.
Y la maleta vacía.
Proyecto mi ida.
Estoy de partida,
Solo quiero paz.
Resuelvo.
Ni a ella quiero llevar
Isiara Mieres Caruso
Traducción : Antonio Capuzzi
en 25/03/2009
Recojo mis nada,
Dejo todo detrás.
Desordeno el desván,
Revuelvo el mobiliario
En busca de algo más.
La maleta vacía
Esta sobre la cama.
Y sola, me espía.
No llevo recuerdos,
No quiero nostalgias.
Solo quiero esperanza
De una nueva vida
Repienso.
Busco.
Abro cajas,
Gavetas.
Y la maleta vacía.
Proyecto mi ida.
Estoy de partida,
Solo quiero paz.
Resuelvo.
Ni a ella quiero llevar
Isiara Mieres Caruso
Traducción : Antonio Capuzzi
en 25/03/2009
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