sábado, março 28, 2009

La maleta

Estoy de partida
Recojo mis nada,
Dejo todo detrás.
Desordeno el desván,
Revuelvo el mobiliario
En busca de algo más.
La maleta vacía
Esta sobre la cama.
Y sola, me espía.
No llevo recuerdos,
No quiero nostalgias.
Solo quiero esperanza
De una nueva vida
Repienso.
Busco.
Abro cajas,
Gavetas.
Y la maleta vacía.
Proyecto mi ida.
Estoy de partida,
Solo quiero paz.
Resuelvo.
Ni a ella quiero llevar


Isiara Mieres Caruso
Traducción : Antonio Capuzzi
en 25/03/2009

A mala

Estou de partida.
Recolho meus nada,
deixo tudo para trás.
Desarrumo o sótão,
revolvo os entulhos,
em busca de algo mais.
A mala vazia
está sobre a cama.
E, sozinha me espia.
Não levo lembranças,
não quero saudade.
Eu quero esperança
de uma nova idade.
Repenso.
Procuro.
Abro caixas,
gavetas.
E a mala vazia.
Projeto minha ida.
Estou de partida,
eu quero paz.
Resolvo.
Nem ela quero levar.


1999

sábado, janeiro 24, 2009

Lua cigana


Falo contigo, lua distante,
já que minha voz não é constante,
costuma ficar assim emudecida.
Digo a ti palavras de luzes cintiladas,
destas que não precisam ser faladas,
como teu rastro de eterna caminhada.
Falo à lua caminhante,
nômade de todas as estradas,
das dores e mágoas,
estrelas sufocadas.
Lua cigana,
luz das madrugadas,
mistério das manhãs.
Como eu,
mulher enamorada!

16/01/2009

quinta-feira, dezembro 25, 2008

Ojo de la noche!


te busco en cada anochecer,
en el lucero que se enciende,
en la luna que brilla en el cielo,
y que mira hacia abajo como un ojo,
y me ayuda a buscarte en esa distancia
que te aleja de mi.
Te busco en mi almohada,
en mis sueños mas sencillos,
y me dejo perder en tus brazos
que se esfuman en mil trazos lentamente...
en la oscurida de la noche
Foto de Roberto Caruso
arreglos : Antonio Capuzzi

quarta-feira, setembro 24, 2008

Cuando

Cuando...

Cuando yo sea mañana,
mañana recién despierta,
seré rocío,
que se cayo en la madrugada.
Seré aurora
aun adormecida.
Seré tu alma enamorada.

terça-feira, agosto 26, 2008

EAD - CIBERNAVEGANTES

Mergulho no ciberespaço.

navego entre tempos,

entre textos,

entre tantos.

Tantos amigos,

amigos dos quatro cantos,

cantos de entrelaços,

laços distantes,

que aproximam espaços.

Te sinto

colega distante.

Te leio,

te “linko” em meu contexto,

não te vejo

e não obstante

somos coautores de textos,

feitos a quatro mãos,

a seis ou a muitas mais

cooperamos , crescemos,

construímos uma comunidade.

Como uma unidade

· de saberes

· de fazeres

· de quereres

· de seres em comunhão